Preencher o RDO no campo — efetivo, clima e ocorrências
O relatório do dia feito em minutos, do celular, e já ligado às atividades do cronograma.
O RDO é o registro do que aconteceu na obra em um dia. Preenchido no mesmo dia, ele vira prova documental e alimenta o avanço. Preenchido no fim da semana, vira memória.
O que entra no relatório
Condições do dia — clima por turno e condição de trabalho (praticável, parcialmente praticável, impraticável). É esse campo que sustenta um pleito de prorrogação de prazo por chuva; sem ele, a discussão vira palavra contra palavra.
Efetivo — quantidade de pessoas por função e por empresa. Direto e indireto separados.
Equipamentos — equipamentos mobilizados e horas disponíveis, com destaque para os que ficaram parados e o motivo.
Atividades executadas — o que foi tocado no dia, ligado às atividades do cronograma. É aqui que o RDO deixa de ser só um documento e passa a alimentar o avanço do cronograma.
Ocorrências — o que saiu do previsto: interferência, falta de material, acidente, paralisação, visita de fiscalização. Uma ocorrência pode virar pendência com um clique, já com responsável e prazo.
Preenchendo do celular
A tela de RDO funciona no navegador do celular, sem aplicativo. Duas recomendações de quem usa em campo:
- Abra o relatório no começo do turno e vá preenchendo. O rascunho fica salvo.
- Registre a ocorrência na hora em que acontece, com a foto. Reconstruir de memória às 17h é onde o detalhe se perde.
Fotos
Anexe as fotos ao RDO do dia ou diretamente à ocorrência. Vale a pena legendar: seis meses depois, o que identifica a foto é a legenda, não a data.
No teste de 30 dias não há limite de relatórios nem de anexos. Emitir o RDO todos os dias de uma frente é justamente o que mostra o valor do módulo.
Fechamento
Ao concluir, o relatório segue para aprovação conforme o fluxo definido no projeto. Depois de aprovado, o RDO não é mais editado — correções entram como nova revisão, com o histórico preservado. É essa rigidez que dá valor jurídico ao documento.